Parece que a tristeza, por assim chamar, já se instalou na
minha vida. Ou então não, aliás, não para sempre mas estas últimas semanas têm
sido tão confusas. Está tudo complicado e não devia…Porque é que insisto sempre
em complicar algo que por norma é tão fácil? Tantas perguntas…Incluindo os “porquês”,
os “mas” ou os “se’s”. Nunca compreendi ao certo porque é que tenho por hábito
fazer tudo mal, estragar tudo ou então apenas falar o que não devo no momento
errado. Nisso sim, eu posso dizer que sou especialista.
Incrível como acabo sempre por afastar aqueles que mais quero perto de mim, de uma maneira ou outra…Porque se não sou eu a fazê lo eles acabam por o fazer sozinhos. Será que a culpa é sempre minha? Terei eu algo de tão errado que as pessoas não possam permanecer a meu lado? Como por exemplo ultrapassar todas as dificuldades que se opõem no meu caminho, ultrapassa-las com alguém…Mas não há ninguém. Insistem em entrar na minha vida, marcar-me e sem razão aparente ir embora sem dar a mínima explicação. Deixam tudo por dizer e eu fico com a culpa e a dor pendente até um dia em que decidem voltar, porque voltam, mas voltam sem dar explicações.
Este fardo que carrego aos meus ombros, acordo sempre tão cansada, desta rotina. De te ver e não saber que vou ao não falar contigo, se te posso abraçar ou não…Sem saber o que somos nós afinal. Não sei o que queres que faça, devo lutar? Esperar por ti? Ou ambos? Tantas vezes perguntei tanto a mim como a ti mas tu insistes em fugir ao assunto.
No fundo, sabes…Vou-te confessar, gostava que fosses tu a lutar por mim, de certa forma, gostava que fosses tu a vir atrás de mim. Gostava que mostrasses que te realmente te importas, gostava de um sinal que me fizesse perceber a verdadeira razão pela qual devo ficar à tua espera, que isto é o mais certo não só para ti, como para mim e também para nós.
Penso tantas vezes em ti, em nós…E é um aperto tão grande no coração, por não ter a certeza se alguma vez isso se pode realmente vir a se chamar oficialmente um “nós”. Foges sempre ao assunto e deixas-me com bomba nas mãos…No coração.
É tarde de mais para dizer que não me queria apaixonar, porque acho que já reparas-te por ti próprio que estou mais que apaixonada, mas será que estar apaixonada implica sempre sofrer? Pois bem-vinda Inês, chegaste à “Idade dos porquês”.
Incrível como acabo sempre por afastar aqueles que mais quero perto de mim, de uma maneira ou outra…Porque se não sou eu a fazê lo eles acabam por o fazer sozinhos. Será que a culpa é sempre minha? Terei eu algo de tão errado que as pessoas não possam permanecer a meu lado? Como por exemplo ultrapassar todas as dificuldades que se opõem no meu caminho, ultrapassa-las com alguém…Mas não há ninguém. Insistem em entrar na minha vida, marcar-me e sem razão aparente ir embora sem dar a mínima explicação. Deixam tudo por dizer e eu fico com a culpa e a dor pendente até um dia em que decidem voltar, porque voltam, mas voltam sem dar explicações.
Este fardo que carrego aos meus ombros, acordo sempre tão cansada, desta rotina. De te ver e não saber que vou ao não falar contigo, se te posso abraçar ou não…Sem saber o que somos nós afinal. Não sei o que queres que faça, devo lutar? Esperar por ti? Ou ambos? Tantas vezes perguntei tanto a mim como a ti mas tu insistes em fugir ao assunto.
No fundo, sabes…Vou-te confessar, gostava que fosses tu a lutar por mim, de certa forma, gostava que fosses tu a vir atrás de mim. Gostava que mostrasses que te realmente te importas, gostava de um sinal que me fizesse perceber a verdadeira razão pela qual devo ficar à tua espera, que isto é o mais certo não só para ti, como para mim e também para nós.
Penso tantas vezes em ti, em nós…E é um aperto tão grande no coração, por não ter a certeza se alguma vez isso se pode realmente vir a se chamar oficialmente um “nós”. Foges sempre ao assunto e deixas-me com bomba nas mãos…No coração.
É tarde de mais para dizer que não me queria apaixonar, porque acho que já reparas-te por ti próprio que estou mais que apaixonada, mas será que estar apaixonada implica sempre sofrer? Pois bem-vinda Inês, chegaste à “Idade dos porquês”.